Eu tive um sonho, cujo o qual me surpreendi, tanto com os fatos ocorridos, quanto minha frieza e seriedade.
No meu sonho eu acompanhava uma família por uma região de montanhas, na família tinha uma menina, uma mulher e um bebê, a mulher creio eu, seria a mãe das crianças.
Andamos até um penhasco, onde havia uma ponte de madeira, a media que se andava pela ponte, ela ficava mais estreita, mais fraca, mais instável. Abaixo de nós a altura era incalculável, parecia uma ponte para o céu.
Chegou um momento que a ponte havia se tornado uma tábua, mas parecia um trampolim para o nada, a ponte acabava no meio do caminho e quem estava caminhando sobre ela deveria pular.
Abaixo da ponte havia uma cidade, eu estava séria neste momento em que as pessoas iriam pular. Eu mandei que a mãe com o bebê fossem os primeiros a pular. Eles pularam e a mulher caiu, como se estivesse sendo sugada para o chão. A mulher gritava com o bebê no colo, que não queria nascer nas ruas, que não queria ser pobre.
Eu séria, não sentia nenhum pingo de pena da mulher, mas olhando o bebê no colo dela pensei, coitada dessas criatura que esta presa a essa mulher e tem que nascer no mesmo lugar que ela, que a vida alivie seu fardo.
Olhando a cidade abaixo de mim vi que a região que as pessoas caíram era uma região realmente muito pobre, a mulher na verdade iria se aproveitar da filha, que não estava mais presa a ela e que está sim, teria uma vida de abundancia. Na certa a mulher pensou, que se minha filha vai ter uma vida de fartura eu também terei, por esse motivo eu estava ali, por esse motivo eu mandei que ela pulasse primeiro.
Estavam na beira da ponte a menina e eu, mostrei a ela uma montanha, uma rua que envolvia a montanha com postes de luz, disse a ela que atrás da montanha seguindo aquela estrada havia uma floresta, onde tinha uma rua com vários casarões, era lá que ela iria nascer. A menina disse que tinha medo de pular, eu ensinei ela a pular, disse para ela não ter medo, pois o destino já estava certo e eu estava sempre protegendo.

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