quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Ponte para o infinito





Eu tive um sonho, cujo o qual me surpreendi, tanto com os fatos ocorridos, quanto minha frieza e seriedade.

No meu sonho eu acompanhava uma família por uma região de montanhas, na família tinha uma menina, uma mulher e um bebê, a mulher creio eu, seria a mãe das crianças.

Andamos até um penhasco, onde havia uma ponte de madeira, a media que se andava pela ponte, ela ficava mais estreita, mais fraca, mais instável. Abaixo de nós a altura era incalculável, parecia uma ponte para o céu.

Chegou um momento que a ponte havia se tornado uma tábua, mas parecia um trampolim para o nada, a ponte acabava no meio do caminho e quem estava caminhando sobre ela deveria pular. 

Abaixo da ponte havia uma cidade, eu estava séria neste momento em que as pessoas iriam pular. Eu mandei que a mãe com o bebê fossem os primeiros a pular. Eles pularam e a mulher caiu, como se estivesse sendo sugada para o chão. A mulher gritava com o bebê no colo, que não queria nascer nas ruas, que não queria ser pobre. 

Eu séria, não sentia nenhum pingo de pena da mulher, mas olhando o bebê no colo dela pensei, coitada dessas criatura que esta presa a essa mulher e tem que nascer no mesmo lugar que ela, que a vida alivie seu fardo.

Olhando a cidade abaixo de mim vi que a região que as pessoas caíram era uma região realmente muito pobre, a mulher na verdade iria se aproveitar da filha, que não estava mais presa a ela e que está sim, teria uma vida de abundancia. Na certa a mulher pensou, que se minha filha vai ter uma vida de fartura eu também terei, por esse motivo eu estava ali, por esse motivo eu mandei que ela pulasse primeiro.

Estavam na beira da ponte a menina e eu, mostrei a ela uma montanha, uma rua que envolvia a montanha com postes de luz, disse a ela que atrás da montanha seguindo aquela estrada havia uma floresta, onde tinha uma rua com vários casarões, era lá que ela iria nascer. A menina disse que tinha medo de pular, eu ensinei ela a pular, disse para ela não ter medo, pois o destino já estava certo e eu estava sempre protegendo.

O sequestro





Sonhei que entrava em casa e via na varanda um copo com água e peixinhos dentro, vendo aqueles peixes no copo logo perguntei de quem eram aqueles peixes e o que estavam fazendo ali?

Minha prima que passou da sala para varanda falou que eram de um fulano e apontou para sala. Eu assustada disse a ela, mas é um mendigo, o que um mendigo está fazendo dentro da nossa casa, como ele entrou aqui?

O sujeito veio da sala para a varanda, bêbado como um gamba, falando mole, tirou o copo com os peixes da minha mão e bebeu um pouco da água. Eu disse, NÃO, os peixes e tirei o copo da mão do mendigo, que começou a falar comigo com agressividade, eu achei que eu fosse apanhar, mas ele fez pior, me mostrou um revolver calibre 38 prateado.

Combinei com a minha prima, você corre até o quarto e telefona para policia e diz que estamos em perigo, eu vou inventar uma coisa para enrolar esse mendigo.

Não sei o que me deu na cabeça de achar que o mendigo seria evangélico ou respeitaria a religião evangélica, enfim, não sou evangélica mas fui chamar o mendigo para orar, só que como minha prima estava telefonando para policia, eu comecei a orar no ouvido do mendigo me esgoelando.

Eu gritava: JESUS, EU SEI QUE O SENHOR ESTÁ NOS OUVINDO NESSE MOMENTO DE ANGUSTIA, OUÇA MEU APELO PRECISAMOS DE AJUDA.

Eu berrava tanto que o mendigo reclamou que o ouvido dele estava doendo, eu  explicava para o mendigo que se eu não gritasse Jesus não ia ouvir.

A policia chegou no local, arrombando porta, pulando muro, pensamos que estávamos todos salvos. Que nada, a polícia era corrupta, o mendigo era um bode expiatório infiltrado pela policia nas casas das pessoas para levar a culpa. No fim fomos todos presos e amarrados, a policia roubou tudo o que tinha dentro da casa e o mendigo foi embora com a policia.




sábado, 17 de outubro de 2015

O índio





Sonhei com um índio, mas isso  já faz um tempo, hoje eu estava me lembrando deste sonho. No meu sonho um rapaz que me pareceu de origem indígena, chegava perto de mim, ele me disse que tinha que me examinar.

Primeiro ele tirou a camisa, no meu sonho ele era índio mas vestia roupa, até começar a tirar a roupa, continuando, ele tirou a camisa e disse que me faria uma massagem, ele me fez uma massagem nas têmporas, o engraçado que me lembro que parecia tão real, que realmente parecia que alguém estava apertando a minha cabeça, depois a massagem foi ficando agradável, mas era muito realista e sempre nas têmporas.

Depois ele me disse que passaria para segunda etapa do exame, realmente aquilo já estava me parecendo um tipo de exame médico, ele me disse que precisava examinar minha saliva, que examinaria meus olhos e ouvidos.

Ele me explicou no sonho que eu era diferente das outras pessoas, que eu sabia que o homem veio da natureza e que está em comunhão com a natureza, ele disse que minha força vinha da natureza.

O que eu acho estranho em algumas vezes ter sonhos assim, eu não li nada, não vi nenhum filme ou tive informações que sugestionassem o sonho, eu simplesmente sonho e as vezes me lembro do que sonhei.