domingo, 19 de abril de 2015

O caminho




Depois da meditação hoje de manhã, eu acabei dormindo mesmo e tive um sonho. No meu sonho eu iria me encontrar com umas pessoas para sair em um passeio de excursão em algum lugar, eu peguei um ônibus para ir até o local marcado, mas o ônibus não parava, tentei chamar a atenção do motorista o quanto pude, quase arrebentei a cordinha da campainha do ônibus, mas o motorista me ignorava, eu só consegui descer do ônibus num bairro depois do local marcado.

Xinguei o motorista quando desci do ônibus, coisa que eu nunca faço de jeito nenhum. Até eu no próprio sonho me surpreendi com meu comportamento.

Quando desci tive que voltar por um longo caminho a pé, uma rua longa, tanto de um lado quanto de outro da calçada, eu via meninos de rua, moradores de rua, restos de carros quebrado, lixo, sucata de ferro velho. 

Lembro de ter sentido medo dos meninos de rua e dos moradores de rua que estavam em ambos os lados da rua, medo de ser assaltada, mas eles só me olhavam, algumas crianças brincavam e riam, troquei de calçada e comecei a andar por uma calçada que ficava no meio da pista, dividindo a direita e esquerda, os dois lados eu via a mesma cena, pessoas que moravam na rua. 

Mas quando eu caminhava na calçada do meio, derrepente abriu um caminho de pétalas de flores, conforme eu caminhava as flores se transformavam em desenhos no chão, como tapetes ornamentais de flores com pétalas coloridas, formavam desenhos de flores e depois as flores foram se transformando em mandalas conforme eu caminhava. Eu acordei.

Nenhum comentário:

Postar um comentário